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Archive for the ‘vida’ Category

Idade é só um número e já tive vários exemplos vivos disso. A vitalidade não depende tanto da idade que você tem e sim dos seus hábitos. Quando penso nisso, imagino cada ‘moléculinha’ do nosso corpo sendo formada à partir de insumos naturais (vitaminas, minerais, aminoácidos, etc) e constituindo as células, os tecidos e órgãos de forma saudável. Os exercícios e a saúde mental mantém tudo em equilíbrio e voilà… vitalidade! Um tanto difícil imaginar hoje este processo sem nenhuma falha: a alimentação cada vez mais industrializada é quem forma nossas ‘celulinhas’, ainda desequilibradas pelo sedentarismo e stress. São esses os três pilares nos quais se sustentam nossa saúde? Pensem…

Como é triste ver as crianças já com problemas de colesterol. E como é lindo ver um corpo cheio de vitalidade apesar da idade avançada! Amo este clipe por causa disso. Barbara é um desses exemplos vivos.

The Hardest Part – Coldplay

Alguém reparou algo diferente? Das últimas vezes que entrei no portal Natura, encontrei pequenas mudanças. Um link aqui, uma imagem ali e pouco a pouco o portal está mudando 🙂Adoro mudanças. Todas as coisas e seres do nosso conhecido mundo tem natureza mutável, sempre em movimento, por mais sutil que esse movimento seja.

Acho que vem coisa boa por aí… a Natura sempre mudou pra melhor: embalagens, ativos, matérias-primas, fórmulas…

Em homenagem a mudança, um poema de Clarice Lispector que eu adoro, ‘Mude’.
(há controversias sobre a verdadeira autoria do poema, segundo o artigo)

** Depois de alguma polêmica, esclareço que o poema não é de Clarice Lispector e sim de Edson Marques, como ele mesmo diz em seu comentário para este post aqui no blog. Peço desculpas ao verdadeiro autor por ter cometido este equívoco. **

Mude,

mas comece devagar,
porque a direção é mais importante
que a velocidade.

Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.

Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente, observando com atenção
os lugares por onde
você passa.

Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.

Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.

Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.

Durma no outro lado da cama…
depois, procure dormir em outras camas.

Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais…
leia outros livros,
Viva outros romances.

Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.

Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.

Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor.
a nova vida.

Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.

Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.

Escolha outro mercado…
outra marca de sabonete,
outro creme dental…
tome banho em novos horários.

Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.

Troque de bolsa,
de carteira,
de malas,
troque de carro,
compre novos óculos,
escreva outras poesias.

Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.

Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.

Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um outro emprego,uma nova ocupação,
um trabalho mais light,
mais prazeroso,
mais digno,
mais humano.

Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativo.

E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.

Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.

Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda !

Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!!!!

Meu desktop do computador de casa está parado nessa imagem há tempos, ainda não consegui trocar, a imagem é muito linda! Então resolvi compartilhar. Afinal, que graça tem as coisas boas se você não tem ninguém com quem compartilhá-las? Espero que gostem!

wallpaper natura | download

AS MULHERES GANHARAM VOZ, CONQUISTARAM O MERCADO, ASSUMIRAM SEUS DESTINOS E AGORA COMEÇAM A DIVIDIR COM SEUS COMPANHEIROS AS TAREFAS DA CASA E CRIAÇÃO DOS FILHOS. É O MOMENTO DE SER CUIDADA PARA CUIDAR DE SI MESMA E ASSIM CUIDAR MELHOR DO MUNDO A SUA VOLTA.

| Por Flávia Fontes

As mulheres estão na ordem do dia. Nunca se falou ou estudou tanto sobre seu comportamento, seu nível escolar, seu desempenho no trabalho, sua renda.
Desde a Segunda Guerra Mundial, uma série de barreiras profissionais foram derrubadas, e a busca pela igualdade em relação aos homens está alcançando – ainda que de modo lento – diversas esferas. Em meio a tantas conquistas, as mulheres chegam ao século XXI com mais um desafio: saber como e quando dividir os cuidados dos filhos e da casa com os parceiros.

“Não é uma passagem tranqüila”, afirma Maria Izilda Matos, professora e coordenadora do NEM PUC/SP (núcleo de Estudos da Mulher). Segundo a coordenadora, o cuidado com os filhos, a casa e a alimentação ainda está muito relacionado às mulheres. Nesse caso, o fator histórico ainda é determinante na separação das funções. Maria Izilda Matos diz que a história ocidental foi cionstituída a partir do patriarcado, que destinou aos homens o espaço do público e reservou às mulheres o espaço do privado, o espaço do cuidado da casa, dos filhos, da procriação.

MERCADO DE TRABALHO
A divisão imposta pelo modo de vida patriarcal foi, durante muitos séculos, bem preservada. Dificilmente uma mulher conseguia exercer qualquer profissão além das destinadas ao cuidado da casa e da família. Algumas precisaram se disfarçar com nomes masculinos: é o caso da escritora inglesa Mary Ann Evans (1819-1880), que, apesar de sua grande importância na literatura , ficou conhecida mundialmente pelo nome de George Eliot. Escritor também era profissão de homem.
Com a industrialização e a urbanização, quando as mulheres passaram a trabalhar como operárias nas fábricas, esse quadro começou a se transformar. Contudo, foi no século XX, a partir da Segunda Guerra Mundial, que a participação das mulheres no mercado de trabalho foi crescente e acelerada, dentro e fora do Brasil.

Hoje, muitas mulheres são principais responsáveis pelo sustento da casa no Brasil. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2004, 29,4% das famílias brasileiras eram chefiadas por mulheres. A transformação não foi a apenas no trabalho. As mulheres também estudam mais: ainda segundo dados do IBGE, 30% da população feminina conclui o Ensino Médio, enquanto 20% dos homens consegue o mesmo.
Se a conquista do espaço público foi rápida para as mulheres, principalmente nos últimos 30 anos, os homens ainda não dividiram completamente as tarefas do espaço privado. “Apesar da entrada maciça das mulheres no mercado de trabalho, a organização da casa e o cuidado com os filhos ainda são funções femininas”, diz Maria Izilda Matos. “alguns homens são pais muito atuantes, mas é um trabalho ainda visto como uma concessão. O trabalho doméstico é invisível, desvalorizado”, afirma a professora. Mas uma casa descuidada incomoda, cria tensão.

Nesse emaranhado das relações humanas, a parceria parece a melhor resposta para um tempo mais equilibrado. Porém quando se fala em dividir funções, enfrentar o preconceito é outra questão fundamental. Preconceitos de ambos os lados, masculinos e femininos. Muitos homens acham que ainda não é tarefa deles cuidar da casa ou dos filhos; as mulheres, em muitos casos, olham os homens como desajeitados e não os deixam participar das tarefas da casa.

“Reconstituir, reconstruir e partilhar” são os desafios apontados por Maria Izilda para as mulheres neste novo século. E ela completa a lista: “buscar um tempo para elas mesmas; conseguir delegar funções em casa; partilhar mais; ter relações menos hierarquizadas”.

A hora é de cuidar do outro, sem deixar de cuidar de si mesma e se deixar ser cuidada também.

 

 

­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­Matéria publicada na Revista Natura ciclo 04/2007
A Revista Natura é uma publicação Natura Cosméticos S.A., editada e produzida pela Trip Editora e Propaganda S.A., dirigida às Consultoras, Consultores, consumidores e demais públicos de relacionamento da Natura.

Em todos os aspectos da vida só ganhamos quando damos o melhor de nós mesmos. Talvez porque, assim, compartilhemos com o outro o que temos de mais especial e valioso. O gesto deixa evidente a rede de relações em que vivemos: cada ação afeta o mundo à nossa volta e é revertida em bem para nós mesmos. Nesta matéria lançamos a pergunta: Quando você revela o melhor de você? Recebemos respostas diversas, mas, em comum, o desejo de melhorar o bem-estar individual e coletivo.

O voluntariado é a atividade em que fica ainda mais evidente o benefício que o melhor de cada um tem sobre o outro. Nossa reportagem principal revela que não só o voluntário o ferece o mehor de si. Quem recebe apoio também descobre na generosidade do outro a maneira de dar seu melhor.
Mas é preciso buscar o autoconhecimento e cultivar a auto-estima para conseguir dividir o que se tem de especial. Ao se valorizar, se cuidar, se fazer bonito por dentro e por fora, o melhor de cada um aflora e reverbera naturalmente, gerando bom-estar e harmonia.

| POR MARIANA GOMES E GABRIELA BORGES


 
Voluntariado é coisa séria e traz resultados. Quem já participou de qualquer programa social sabe que a doação do tempo, do trabalho ou talento não fica sem retorno. Uma pesquisa feita pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) apontou que cerca de 20% dos brasileiros se preocupam em doar uma parte do seu tempo e de suas habilidades para ajudar o outro. Em uma população com cerca de 190 milhões de habitantes, essa parcela é bastante significativa. Mas há dados que não podem ser contabilizados, como a sensação de bem-estar que sentimos quando nossa ações fazem bem a alguém, por exemplo. Muitas vezes, é nesses momentos em que as nossas maiores qualidades se revelam com mais força. A Revista Natura conversou com voluntários e beneficiários das mais diversas instituições, em alguns lugares do Brasil, para mostrar comoo dar e o receber definitivamente trazem o melhor das pessoas à tona.

SORRISOS ESPEONTÂNEOS
Em janeiro de 2006, a dentista Adriana Aguzzoli, 35, tomou uma decisão que mudou seu jeito de ver a vida. Aceitou coordenar o Projeto Adote o Sorriso de uma Criança, em Caxias do Sul (RS). O projeto, criado há dez anos, cuida da saúde bucal de estudantes do Brasil todo. “Sempre tive vontade de fazer algo assim, mas não tomava iniciativa”, conta Dra. Adriana.
Uma das mudanças mais sentidas pela dentista
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“O que a mente poder imaginar, ela pode conceber”

Você já conhece a Lei da Atração? Você pratica a Lei da Atração?

Se a resposta é não, você precisa assistir “The Secret”

What Is The Secret

Museu da Pessoa é um museu virtual de histórias de vida aberto à participação gratuita de toda pessoa que queira compartilhar sua história.

Fundado em São Paulo em 1991, teve como objetivo, desde o início construir uma rede internacional de histórias de vida capaz de contribuir para a mudança social. Apesar de não haver internet naquela época, o Museu da Pessoa já se definia como um museu virtual – ou seja, um museu para preservação de histórias de vida, organizadas em uma base digital (banco de museus, CD-ROMs, etc.). Nosso objetivo principal era criar um novo espaço onde cada pessoa pudesse ter a oportunidade de preservar sua história de vida e de tornar-se uma das múltiplas vozes da nossa memória social.

Uma iniciativa diferente, que chamou minha atenção…
E você, já tem sua história no Museu da Pessoa?


este blog está abandonado por conta do intenso trabalho em meus outros blogs:

www.blogconsultoria.natura.net

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