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Archive for the ‘cultura’ Category

Eita mulherada organizada! Adesivo no peito, blogroll na parede, cadeiras espalhadas esperando oscorpinhos ansiosos, olhinhos inquietos e ouvidinhos atentos às desconferências que rolam soltas pelo salão do Gafanhoto, em pleno sábado nublado. Notebooks, câmeras, devices mil, twittagem em massa e muita mulher junta. Parecia que já tínhamos feito aquilo milhares de vezes, tamanha era a euforia harmônica que pairava no ar na primeira de muitas edições do LuluzinhaCamp.

Me diverti muito e conheci muita gente nova e interessante. Lu Freitas é ‘gente que faz’ e não deixou a peteca cair na organização. Juntou forças com todo mundo e conseguiu muitas blogueiras presentes, muitos quitutes, sorteio de brindes e bazarzinhos girly pra descontrair, manicures e até uma arte-educadora (graças a lindona Lili Ferrari) pra garantir a participação de mamães blogueiras.
Eu doei uma sacola de compras retornável Natura e ganhei outra do Ecoblogs linda de morrer.

O papo sério logo descambou e a risada rolava solta. Sessão troca de figurinhas, blogs e twitters quando 4 deuses gregos adentram a sala encoleirados, trazendo champagne no Clube da Luluzinha. Sessão de fotos e baguncinha dignas de clube das mulheres. Fui embora feliz. Lista de discussão, posts, twitts e muitas fotos no nosso grupo no Flickr tem mantido as meninas ocupadas e saudosas por estes dias.

Adorei conhecer todas e quero mais.

Próxima parada: BlogCamp SP!

diversifique

Posted on: maio 9, 2008

Sempre acreditei na diversidade. Celebrar as diferenças é estar aberto para sempre aprender e multiplicar sua percepção sobre as coisas. Fazer a luz branca incindir sobre o prisma e se deliciar com a difração de 7 outras cores. Para celebrar a sexta-feira, videozinho que eu acabei de descobrir, Heater – Samim.

Isso é que é diversidade! ;P

Ontem o debate no Campus Blog foi, digamos… um tanto acalorado. Ainda estou digerindo tudo o que foi dito e tudo que eu disse, em momentos de pura inquietude da alma. Relembro as perguntas que me foram direcionadas e consigo agora formular melhor as respostas, mas então que bom! O tempo passa e tudo só melhora. Que bom que não sou a mesma pessoa de ontem, e amanhã já mudarei de novo. Este período de digestão, torna meu cérebro e corpo ainda mais cansados. Então dá licença, vou descansar, receber uma massagem e já volto.

Deixem recados após o bip.

Blogando sobre qualidade de vida e não sai de frente do computador né…
TE PEGUEI! [essa é minha consciência, conversando comigo ontem, 4 am]

Eu sei, já fiz a coisa direitinho e estou em débito… Mas é muito trabalho e muita, muita paixão por tecnologia! Quem aguenta? Me esforço e tento um GTD aplicado enquanto a síndrome da Mulher Maravilha não passa… mas só depois do dia 17/02, porque até lá, estou no Campus Party.
Começou ontem na Bienal aqui em Sampa e colocou os loucos por tecnologia em atividade. Astronomia, CampusBlog, Criação, Desenvolvimento, Games, Modding, Música, Robótica, Simulação, Software Livre… enfim, loucuras para todos os tipos de loucos. E todo mundo está blogando about.

Dá pra acampar com HD caixa preta ou fazer como eu: ir quando dá 😦
Enquanto não vou lá conferir, acompanho tudo via o blog oficial do evento e o Ladybug Brasil, da Lucia Freitas, coordenadora do CampusBlog. Dá pra dar muita risada também com o Livestream do BlogBlogs, twittagem em massaaaaaaaaaaaaaaa e uma vitrine imensa de quem passou por ali.
E atente para a sonoridade da frase: quem tá lá tem link de 5GB 🙂

Aqui no _mov, destaque para a área de Inclusão Digital e o Campus Verde, uma iniciativa [simbólica] à preservação do meio ambiente no evento. Mas aonde está a metareciclagem nessa história? Cairia como uma luva, ninguém teve essa idéia? Poderiam fazer a coleta de resíduos eletrônicos lá! Fica a sugestão.

Vai ter também na sexta, dia 15/02 o debate: Qual é a dos Blogs Corporativos? Vou lá participar da mesa de discussão e descobrir qual é também…
I know, tomate information. Ficou com vontade? A programação do Campus Party ta facinho facinho no Google Agenda.

Depois eu conto.

zouk lovers

Posted on: junho 12, 2007

Ando doidinha por uma dança chamada zouk. Faz algum tempo que conheci esse estilo, mas só me entusiasmei mesmo agora, quando começaram a me ensinar o zouk de verdade. Eu tenho uma certa facilidade pra dançar por ser bailarina desde pequena, mas não é de todo fácil não. A primeira coisa que notei é a necessidade de soltar bem o corpo, apostura e os movimentos são bem relaxados… conmo gosta de dizer meu grande amigo made in London Phil Mayer, é bem rebolante… 🙂

Esses vídeos são dois dos meus preferidos que achei no youtube. Fora que a música é completamente envolvente e apaixonante. Enjoy!


fotos: Carlos Cajueiro – Todos os direitos reservados.

Neste carnaval quero sair do lugar comum, e isto é tarefa fácil se tratando de Brasil.
Sem avenida, passistas e alegorias luxuosas, desta vez quero ver as mil caras do Brasil no carnaval.
O Brasil tem uma cultura riquíssima de ritmos em suas diversas regiões, e cada uma delas apresenta rituais de celebração do carnaval diferentes.
Devo dizer que estou encantada com o Maracatu, dança típica do Nordeste, principalmente de Pernambuco, depois de ver o trabalho de um fotógrafo pernambucano – Carlos Cajueiro – que é um dos meus contatos no flickr.

Maracatu é uma manifestação cultural afro-brasileira que significa dança ou batuque, onde seus adeptos saem fantasiados às ruas para fazer saudações aos orixás, em um cortejo carnavalesco onde reis, rainhas, princesas, índios emplumados e baianas cruzam as ruas dançando, pulando e passando de mão em mão a calunga, boneca de pano enfeitada presa num bastão. Como a maioria das manifestações populares do Brasil, é uma mistura das culturas indígena, africana e européia. Surgiu em meados do século XVIII.
A presença de tais personagens explica-se na sua origem: as cerimônias de escolha e coroação do rei e da rainha da “nação” negra.

Ao primeiro acorde do maracatu, a rainha ergue a calunga para abençoar a “nação”. Atrás vão os personagens, com chapéus imensos, evoluindo em círculos e seguindo a procissão recitando versos que evocam histórias regionais. Tudo é muito colorido, banhado a um ritmo frenético de batuques bem característicos. O Maracatu se distingue das outras danças dramáticas e das danças negras em geral pela sua coreografia. Há uma presença forte de uma origem mística na maneira com que se dança o Maracatu, que lembra as danças do Candomblé baiano.

Adorei este vídeo que é uma coletânia de imagens deste fotógrafo talentoso Carlos Cajueiro, acompanhada do batuque do maracatu.

veja os sets de Carlos Cajueiro no flickr

veja os vídeos de Carlos Cajueiro no youtube

É lá dos primeiros anos de minha infância que resgato uma das obras mais vivas de Monteiro Lobato, o Sítio do Picapau Amarelo. A obra deste escritor movido a paixões virou programa infantil a partir de 1977, no ano em que eu nasci, coincidentemente, e acompanhou pelo menos três gerações de brasileiros que se desenvolveram sob a influência de suas obras e de seu pensamento, pois até hoje o programa infantil existe.

Mais da metade de seus livros Monteiro Lobato escreveu para o público infanto juvenil, com a intenção de ajudar na formação intelectual e moral da nossa juventude.

Toda sua vida e seu trabalho estiveram dedicados à luta pela preservação dos valores culturais e das riquezas naturais da Nação. Foi pioneiro na luta pela preservação de nossas florestas, de nossos índios e de nossos bichos.

Segundo o site Projeto Memória, uma iniciativa da Fundação Banco do Brasil, Petrobras e Odebrecht no resgate aos grandes nomes da literatura brasileira, “Se Lobato estivesse vivo seria um grande interneteiro. Estaria aproveitando ao máximo a interatividade, a possibilidade de diálogo, a capacidade de reunir gente oferecida pela rede mundial.”

No youtube acabei achando as várias aberturas que o programa teve ao longo dos anos, e uma das mais comoventes na minha opinião – e também uma das primeiras que eu me lembro ter visto – foi a do 5º ano do programa, em 1982, na qual figuram todos aqueles atores lendários, vivendo estes que são personagens inesquecíveis. A Natura é em grande parte responsável por esta sessão nostalgia que me acometeu subtamente… 🙂


este blog está abandonado por conta do intenso trabalho em meus outros blogs:

www.blogconsultoria.natura.net

www.eupossocuidardemim.com.br


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